<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>blog.fractura.net - Latest Comments</title><link>http://blogfracturanet.disqus.com/</link><description>comunicação, democracia, sociedade, cultura e arte na semióptica do utilizador</description><atom:link href="https://blogfracturanet.disqus.com/comments.rss" rel="self"></atom:link><language>en</language><lastBuildDate>Fri, 12 Feb 2010 14:56:03 -0000</lastBuildDate><item><title>Re: Mais uma viagem, Mais uma corrida!</title><link>http://blog.fractura.net/blog-geral/mais-uma-viagem-mais-uma-corrida-871#comment-37636645</link><description>&lt;p&gt;"Tirreeeem as crrriancinhas do centrrrro da piiiiista!"&lt;/p&gt;&lt;p&gt;eh pá ,sei que o comentário já vai atrasado, mas sei qual é a solução para o teu problema (se a pista for a que eu penso, de sku!)&lt;br&gt;Basta que tu, meu amigo, te desloques para a pista dos ADULTOS!!!&lt;br&gt;beijocas&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:56:03 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Partilha, links, trackbacks, seo, nofollow: uma questão de atitude</title><link>http://blog.fractura.net/blog-geral/partilha-links-trackbacks-seo-nofollow-uma-questao-de-atitude-917#comment-37636647</link><description>&lt;p&gt;curiosamente verifico que pelo menos dois sites apontaram para este artigo e não aparece trackback...&lt;br&gt;no melhor pano cai a nódoa, isto se o problema for deste lado. vou tentar deslindar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;outra coisa: o nofollow é muito amigo do noindex.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Wed, 10 Feb 2010 15:22:40 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Também eu já perdi tempo a escrever sobre o Pacheco Pereira</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/tambem-eu-ja-perdi-tempo-a-escrever-sobre-o-pacheco-pereira-592#comment-37635672</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-53" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-53"&gt;@Maria**:&lt;/a&gt; Olá Maria.&lt;br&gt;Grato pela partilha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço,&lt;br&gt;CJT&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:57:41 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Também eu já perdi tempo a escrever sobre o Pacheco Pereira</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/tambem-eu-ja-perdi-tempo-a-escrever-sobre-o-pacheco-pereira-592#comment-37635670</link><description>&lt;p&gt;ai mas que lindo post sr pacheco pereira que mete o edgar allan poe e tudo ai ai.: Pois pois , o pior é se .&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;a href="http://bit.ly/8Y945a" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://bit.ly/8Y945a"&gt;http://bit.ly/8Y945a&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Maria**</dc:creator><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:49:27 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Os espantalhos políticos são feitos de papel de jornal</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/os-espantalhos-politicos-sao-feitos-de-papel-de-jornal-873#comment-37636162</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-51" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-51"&gt;@Carmim:&lt;/a&gt; Olá Carmim.&lt;br&gt;A revisão seria apenas uma questão de prática: apostar na transparência quanto à tendência política do jornal. No final, a minha ideia relaciona-se sobretudo com o interesse do público.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, a sua observação sugere-me uma dúvida que não tinha presente: ao instituir o endorsement como prática, naturalmente esse fará com que os redactores sejam necessariamente conotados com a facção política... do proprietário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto às universidades, bom... sem comentários.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço,&lt;br&gt;CJT&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 07:06:44 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Os espantalhos políticos são feitos de papel de jornal</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/os-espantalhos-politicos-sao-feitos-de-papel-de-jornal-873#comment-37636161</link><description>&lt;p&gt;Concordo com o texto. Só me parece que rever os códigos éticos e deontológicos não conduzem a grande fim. O problema está nos proprietários dos meios em causa, nas universidades de CS onde ensinam a Judite, a Fátima Campo Ferreira, e outros que tais.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carmim</dc:creator><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 06:47:00 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Os espantalhos políticos são feitos de papel de jornal</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/os-espantalhos-politicos-sao-feitos-de-papel-de-jornal-873#comment-37636160</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-49" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-49"&gt;@Valupi:&lt;/a&gt; Olá Val.&lt;br&gt;Logicamente. Afinal, é uma alegada - gosto desta palavra - preversão da democracia e do estado de direito. Não podem ser os partidos, os jornais e os blogues a tratar disso...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço,&lt;br&gt;CJT&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 06:01:36 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Os espantalhos políticos são feitos de papel de jornal</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/os-espantalhos-politicos-sao-feitos-de-papel-de-jornal-873#comment-37636159</link><description>&lt;p&gt;Muito bem, Carlos. Tudo se resume à responsabilidade da Assembleia, como é óbvio.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Valupi</dc:creator><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 05:50:33 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Sinais de fumo e asfixia: Crespogate?</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/sinais-de-fumo-e-asfixia-crespogate-784#comment-37635999</link><description>&lt;p&gt;eh, eu não consigo comentar na breve declaração ao pais, portanto vai aqui mesmo!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pais agradece, caro senhor, a sua declaração e congratula-se com a sua independencia.&lt;br&gt;Agora, o pais ergue a sobrancelha ao observar uma certa tendencia: Chicotear, latex, “gag ball”... hummmmm&lt;br&gt;e repito hummmmmmm&lt;br&gt;;)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:47:34 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O direito a ser humilhado</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-direito-a-ser-humilhado-773#comment-37636644</link><description>&lt;p&gt;:))&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:34:31 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O direito a ser humilhado</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-direito-a-ser-humilhado-773#comment-37636643</link><description>&lt;p&gt;escusas de passar a explicar que é uma piada! não és ministra, pois não? :-)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:45:25 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O que penso acerca do uso da burqa em locais públicos? Proíba-se.</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-que-penso-acerca-do-uso-da-burqa-em-locais-publicos-proiba-se-733#comment-37635967</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-43" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-43"&gt;@Pat:&lt;/a&gt; olha, o exemplo da excisão é paradigmático da culturalidade imposta. Quer queiramos quer não, são as mulheres as primeiras a impô-la às crianças. Porquê?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom... pelo mesmíssimo motivo que muitas outras criticarão o abandono da burqa, pelo mesmo motivo que muitas criticaram as que deixaram de saír à rua de lenço na cabeça, num Portugal ainda recente - ou as que começaram a usar calças, a fumar e a ir ao café...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De pequenino se torce o pepino.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E claro que não são as leis a resolver os problemas... elas apenas instituem determinadas premissas.&lt;br&gt;A proibição nunca foi impedimento para algo. Mas o acto passa a ser reflectido pelo perpretador e julgado pela sociedade.&lt;br&gt;Logicamente existem muitas leis suspeitas, mas isso é outra conversa.&lt;br&gt;Aqui a única reflexão que se impõe é, a meu ver, em que medida deve o estado e a lei interferir na vida privada de cada um em favor da sociedade... e essa discussão é outra do género do cão às voltas a tentar morder a cauda. Quando o conseguir, magoa-se.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quisses!&lt;br&gt;(p.s.) e ervilhinha está enorme!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:24:23 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O direito a ser humilhado</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-direito-a-ser-humilhado-773#comment-37636642</link><description>&lt;p&gt;o que dizer???&lt;br&gt;Há mulheres que merecem apanhar porrada!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;p.s- isto é um comentário jocoso (ainda que possa ser considerado de mau gosto!)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 10:57:55 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O que penso acerca do uso da burqa em locais públicos? Proíba-se.</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-que-penso-acerca-do-uso-da-burqa-em-locais-publicos-proiba-se-733#comment-37635966</link><description>&lt;p&gt;Eu sei que tu sabes que eu não falava a sério!!! Mas não fosse alguém pensar o contrário!&lt;br&gt;E dizes mt bem.&lt;br&gt;Repara que eu não defendo o uso da burqa. Nao defendo costumes, tradições ou práticas religiosas que atentem contra a dignidade e a integridade humana.&lt;br&gt;Mas preocupo-me com as consequencias que essa proibição poderá ter na vida de mts muçulmanas.&lt;br&gt;A excisão feminina, é um outro exemplo revoltante e chocante de como se cometem atentados em nome de religião. É revoltante pensar que as próprias mães submetem as filhas, por tradição, por ignorancia, pela religião, a um acto de mutilação. E mt embora seja proibido em mts pais, é um procedimento que ainda se pratica. Em algumas culturas, (atrasadas e ignorantes- digo eu simplificando mt a coisa) uma mulher que não seja submetida à excisão, é considerada impura. É um ritual de passagem cruel e criminoso, uma vez que mts mulheres,crianças morrem devido a complicações "pós operatórias", contribuindo para isso as pessimas condiçoes que envolvem este procedimento - desde a utilização de facas de cozinha, lãminas de barbear, pedras afiadas, tesouras, sendo estas utilizadas vezes sem conta.&lt;br&gt;E ser uma prática proibida, não altera o facto de se continuar a realizar em mts culturas. &lt;br&gt;Mas temos de começar por algum lado, é certo. O que não podemos é criar leis e esperar que estas sejam a resolução dos problemas.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 10:54:50 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O que penso acerca do uso da burqa em locais públicos? Proíba-se.</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-que-penso-acerca-do-uso-da-burqa-em-locais-publicos-proiba-se-733#comment-37635965</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-41" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-41"&gt;@Pat:&lt;/a&gt; claro que não falavas a sério quanto à proibição! Mas o que se escreve fica escrito e assim, não só tive a oportunidade de deixar o meu "statement", como a tiveste tu :-)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom... o problema reside aí mesmo, na questão da "complexidade do desejar" usar a burqa. Repara que não é exactamente a mesma coisa que desejar usar latex e "gag ball", à semelhança dos "escravos" da sexualidade moderna. Esses, embora escravos, são-no por vontade própria, passe o paradoxo.&lt;br&gt;O problema é que o "desejo" de usar a burqa é incutido pelo fundamentalismo que fomenta a ignorância, o medo, o pecado, a obrigação, neste caso, de não-ser.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, focas um problema muito importante: o que acontecerá às mulheres que sofram a intransigência dos maridos?&lt;br&gt;Suponho que vão, pelo menos numa fase inicial, sofrer represálias. E aqui a qestão agudiza-se quanto è ingerência do estado nas situações familiares: deve ou não meter-se no assunto? Problema bicudo. Ou não: podemos alegar que esta resolução passa pelo mesmo sistema de acção social que é levado a cabo com crianças e velhos, tanto uns como os outros protegidos contra o abuso precisamente por não poderem defender-se deles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Logicamente a proibição não faz sentido sem uma mudança cultural. Mas é a lei que dá razão de ser à sociedade cada vez mais complexa.&lt;br&gt;Podemos, neste sentido, reflectir sobre a recente lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo: não seja a lei, e eles nunca hão-de poder usufruir de um olhar igualitário por parte da sociedade. Resolvem-se duas coisas ao mesmo tempo, uma primeiro do que a outra: a desigualdade de tratamento perante a lei, com efeitos imediatos; a aceitação social pela normalização legal da relação.&lt;br&gt;O mesmo se passa com este caso. Primeiramente, há que legislar a igualdade (!), para seguidamente esta ser assimilada pela cultura e pela sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quer queiramos quer não, a lei é o último refúgio de todos nós, e garantia única de tratamento igual.&lt;br&gt;A lei, na sua forma mais pura, baseia-se numa reflexão ética sobre uma circunstância, e não sobre a moral circunstancial. Quero dizer: moralmente, o uso da burqa pode ser aceite, como o é segundo os cânones morais de determinadas pessoas - mas uma reflexão ética sobre a dignidade e a igualdade não poderá nunca deixar que esse uso continue.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Digo eu...&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 06:46:06 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O que penso acerca do uso da burqa em locais públicos? Proíba-se.</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-que-penso-acerca-do-uso-da-burqa-em-locais-publicos-proiba-se-733#comment-37635964</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-39" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-39"&gt;@carlos teixeira:&lt;/a&gt;&lt;br&gt;well, eu não falava a sério quando disse proiba-se a religião. :) Nada contra a religião muçulmana (ou qulaquer outra), apenas contra o fanatismo e o extremismo. Eu sou adepta da liberdade. Dessa forma ainda que , 1 em 500, queira usar a burqa, acho que essa deverá ter a liberdade de o fazer (assim como as outras de não o fazer!), se o desejar. Contudo esse desejar é mt complexo.&lt;br&gt;Pq o que vai acontecer às muçulmanas que os maridos sejam intransigentes e inflexiveis sobre o uso da burqa? Serão enclausuradas? Proibir pode-se proibir mas mudar as mentalidades é o mais dificil.&lt;br&gt;kisses&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 06:29:49 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Afinal, a culpa é do macaco?</title><link>http://blog.fractura.net/blog-geral/afinal-a-culpa-e-do-macaco-769#comment-37635972</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-38" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-38"&gt;@Pat:&lt;/a&gt; macaquices...&lt;br&gt;quisses.&lt;br&gt;rimou.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:38:23 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O que penso acerca do uso da burqa em locais públicos? Proíba-se.</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-que-penso-acerca-do-uso-da-burqa-em-locais-publicos-proiba-se-733#comment-37635961</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-37" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-37"&gt;@Pat:&lt;/a&gt; pois é Pat, proibir a religião é, quanto a mim, a única coisa que não podemos, nem devemos fazer.&lt;br&gt;Como sabes, sou ateu, mas sou adepto da liberdade religiosa. As pessoas têm todo o direito de andar com os olhos tapados, não podem é querer tapar as outras dos olhos...&lt;br&gt;Quanto a isso de "elas quererem", falo do assunto no post e chamo em meu socorro o fabuloso Manuel António Pina, &lt;a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-direito-a-ser-humilhado-773/" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-direito-a-ser-humilhado-773/"&gt;plagiado agorinha mesmo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">carlos teixeira</dc:creator><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:36:58 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Afinal, a culpa é do macaco?</title><link>http://blog.fractura.net/blog-geral/afinal-a-culpa-e-do-macaco-769#comment-37635971</link><description>&lt;p&gt;macaco açabarcador!! ;))&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:16:52 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O que penso acerca do uso da burqa em locais públicos? Proíba-se.</title><link>http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/o-que-penso-acerca-do-uso-da-burqa-em-locais-publicos-proiba-se-733#comment-37635959</link><description>&lt;p&gt;Pessoalmente partilho da tua opinião, o uso da burqa é um costume humilhante de anulação da mulher. Acho horrivel. Não são elas que vestem a burqa mas a burqa que as veste, as engole e as torna invisiveis. Reflexo de toda uma cultura.&lt;br&gt;Mas, por mais que seja um costume ignóbil, haverá mulheres que a queiram continuar a usar. Por sua livre vontade, ainda que condicionadas culturalmente.&lt;br&gt;E é ai que não me sinto mt à vontade para dizer perentóriamente, proiba-se.  &lt;br&gt;Não se pode antes proibir a religião que as pressiona à sua anulação enquanto individuos???&lt;br&gt;beijo&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:13:23 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Da pornografia mediática</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/da-pornografia-mediatica-586#comment-37636636</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-72" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-72"&gt;@filinto:&lt;/a&gt; (Não é lírico, não…)&lt;br&gt;O problema da gestão do jornalismo a curto prazo que referes tem vindo a produzir uma única coisa: o descrédito.&lt;br&gt;A voragem das redes sociais, em tudo semelhante à dos jornais, verifica-se em muito nas contas de redes sociais de alguns jornalistas: o culto do imediatismo, do sensacionalismo, do ser o primeiro, do ter mais RT’s, da autopromoção descarada. E mal maior não viria ao mundo, não fossem as coisas que leio e que, vai-se a ver, não tiveram confirmação de fontes nem direito ao contraditório.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse esbater da linha divisória vem também por aí: o que é a notícia e o que é a opinião.&lt;br&gt;Eu tenho algumas opiniões acerca de alguns assuntos:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Endorsement: sou a favor. Um jornal cujos editoriais (exclusivamente) reflictam a sua tendência e apoio político não está a induzir os seus públicos em erro, como o fazem o DN ou o Público, por exemplo. Transparência, precisa-se.&lt;br&gt;- Opinião do jornalista: completamente a favor, em coluna de opinião, editorial ou página pessoal, do jornal ou própria.&lt;br&gt;- Publicidade do jornalista a produtos: absolutamente contra. Sem mais.&lt;br&gt;- Publicidade do jornal ao jornalista: por princípio, nada tenho contra. O jornalista é, em certa medida, um produto vendável. A publicidade ao autor deve ser cuidadosa e não resvalar para outros assuntos que não o jornalismo praticado por ele.&lt;br&gt;- O “caso Cooper”: por princípio, não tenho nada contra o facto de ele publicitar a sua louvável atitude. Simplesmente creio que não deveria usar uma página da CNN para tal. Um jornalista ser notícia num jornal não é um meio eficaz nem ético de promoção.&lt;br&gt;Isso leva-se a um assunto que hei-de abordar, o das “páginas pessoais” dos jornalistas nos próprios jornais.&lt;br&gt;- A rede social: pode e deve ser utilizada no trabalho de clipping ou como meio de fazer a agenda. Não pode nunca ser utilizada como fonte, a não ser que se refira a uma fonte autorizada para além de qualquer dúvida.&lt;br&gt;Devem, em todos os casos, ser observadas as regras básicas da ética jornalística e do seu código deontológico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enfim, Filinto, não creio que exista muita diferença entre os nossos dois pontos de vista.&lt;br&gt;A existir, deve-se ao facto de TU seres o jornalista e teres uma reflexão ética acerca da tua actividade.&lt;br&gt;Eu apenas TE (vos) leio. E julgo. É fácil.&lt;br&gt;No entanto, devo acrescentar que mais haveria de haver como tu, jornalistas que se interessam pelo que os seus públicos pensam acerca da sua actividade e se dão ao trabalho de responder com boa vontade e interesse. Mais houvessem, como digo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço,&lt;br&gt;Obrigado.&lt;br&gt;CJT&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carlos José Teixeira</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jan 2010 08:07:00 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Da pornografia mediática</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/da-pornografia-mediatica-586#comment-37636638</link><description>&lt;p&gt;Não sou lírico, o meu problema é a capacidade de gestão de quem manda no jornalismo. No actual estado de frémito, o gestores do jornalismo pensam mais facilmente no negócio a curto prazo do que no negócio a longo prazo. O problema quando se pensa no curto prazo põe-se em causa o longo prazo, e a navegação à vista transforma estes gestores (sejam superiores, sejam intermédios) em – recupero uma velha imagem – dodos, tal qual retratados no “Idade do Gelo”. A relação que estabeleço com as redes sociais é a mesma. É o curto prazo que importa, é ganhar o argumento, mesmo que não se tenha razão, é conseguir o rt, mesmo que se esteja a deformar a realidade, é… You know. No caso dos jornalistas que estão nas redes sociais há uma dupla questão que –embora esteja neste momento em exercício part-time do jornalismo, é preciso ganhar a vida –, coloco a mim mesmo: Como gerir aquilo que produzo e pensa enquanto “civil” e aquilo que produzo e pensa enquanto jornalista. Serão duas coisas diferentes? Deviam ser? Independentemente da liberdade individual que qualquer jornalista tem, como qualquer cidadão, ele tem de ter a consciência que muitos dos seus leitores e dos seus seguidores são o são porque ele é jornalista, não precisamente pelo que ele, enquanto “civil”, diz. Assim sendo, deve um jornalista anunciar um novo produto sem qualquer perspectiva crítica? Deve fomentar o apoio de determinada medida – de um organismo, partido, Estado ou empresa? Deve pedir o apoio para este ou aquele concorrente no Festival da Canção? E quando começo a colocar a mim próprio estas questões, presumo que os que respondem “sim”, sem dúvida, a estas questões saibam onde se desenha a linha para além da qual não se deve ir. E pensando bem, presumo erradamente. Onde fica a linha divisória entre um Anderson Cooper que decide salvar um menino e coloca esse salvamento no blogue do seu programa e um jornalista que se espasma porque foi o primeiro a piar um acontecimento qualquer ou que se espasma no seu blogue porque a Apple tem um novo parafuso diatónico?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">filinto</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jan 2010 07:12:57 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Ponto G é Deus</title><link>http://blog.fractura.net/blog-geral/ponto-g-e-deus-642#comment-37635785</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#comment-66" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="#comment-66"&gt;@Pat:&lt;/a&gt; Sim, a procura de Deus deve ser feita activamente... é a salvação... ;-)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carlos José Teixeira</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jan 2010 03:45:50 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Ponto G é Deus</title><link>http://blog.fractura.net/blog-geral/ponto-g-e-deus-642#comment-37635784</link><description>&lt;p&gt;Vale sempre a pena procurá-lo!  ; )&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Pat</dc:creator><pubDate>Tue, 26 Jan 2010 19:24:12 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Da pornografia mediática</title><link>http://blog.fractura.net/comunicacao-social/da-pornografia-mediatica-586#comment-37636635</link><description>&lt;p&gt;Agora mais a sério: acho que o Filinto tem toda a razão, seria bom termos um estudo sobre a forma como cada um dos media tem coberto a actualidade nos últimos tempos, bem como a forma de interactividade e influência relativa entre cada um deles.&lt;br&gt;Decerto surgiriam surpresas. Haja quem o faça, que eu tenho que trabalhar.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carlos José Teixeira</dc:creator><pubDate>Tue, 26 Jan 2010 09:50:03 -0000</pubDate></item></channel></rss>